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Levantamento registra 491 ações em 75 municípios dos eixos de Maringá, Umuarama, Paranavaí e Cianorte; infraestrutura concentra quase R$ 309 milhões dos recursos acompanhados
Mais de meio bilhão de reais em investimentos acompanhados, 491 ações em 75 municípios e uma atuação que vai dos grandes centros regionais às pequenas cidades do Noroeste. O levantamento dos recursos e demandas relacionados aos mandatos de Alexandre Curi (Republicanos) reúne R$ 554,3 milhões nos eixos de Maringá, Umuarama, Paranavaí e Cianorte.
A infraestrutura concentra a maior parcela. São R$ 265,9 milhões em infraestrutura urbana e R$ 43,1 milhões em infraestrutura rodoviária e rural, quase R$ 309 milhões. A habitação aparece em seguida, com R$ 117,1 milhões em projetos.
Nos polos regionais, a atuação inclui a destinação de R$ 8 milhões das economias da Assembleia Legislativa para a expansão da Santa Casa de Maringá e investimentos em Umuarama, onde a Prefeitura atribui à articulação de Curi mais de R$ 15 milhões em obras destinadas ao município em 2025, além dos R$ 30 milhões destinados ao Contorno Oeste.
Os investimentos estão em diferentes etapas. Dos R$ 554,3 milhões registrados na carteira regional, R$ 114,2 milhões constam como executados, enquanto R$ 440,1 milhões aparecem em diferentes fases de liberação, contratação e execução.
Infraestrutura lidera investimentos na região
A concentração dos investimentos em infraestrutura acompanha uma das principais demandas do Noroeste: melhorar as cidades e, ao mesmo tempo, criar condições para o escoamento da produção.
Somadas, infraestrutura urbana e rodoviária representam mais da metade de todo o volume registrado na região.
A carteira inclui pavimentação e recape urbano, estradas rurais, acessos, equipamentos rodoviários, iluminação pública e outras intervenções municipais.
Entre os municípios com volumes relevantes de investimentos registrados estão Umuarama, Maria Helena, Pérola, Perobal, São Jorge do Patrocínio, Nova Olímpia, Cafezal do Sul e Itaguajé, além de investimentos distribuídos por dezenas de cidades menores.
É justamente essa presença municipal que Curi pretende reproduzir em uma eventual atuação no Senado: usar a representação do Paraná em Brasília para acompanhar projetos, buscar recursos e aproximar prefeituras dos ministérios e órgãos federais.
Maringá: R$ 8 milhões para ampliar a Santa Casa
Em Maringá, uma das principais ações está na saúde regional.
A Assembleia Legislativa destinou R$ 8 milhões de suas economias para a expansão da Santa Casa, dentro de um investimento total de R$ 28 milhões.
O projeto prevê uma nova torre de oito pavimentos, ampliação da estrutura de urgência e emergência para adultos e crianças e aumento da capacidade de hemodiálise, de 45 para 74 cadeiras.
O investimento tem alcance regional porque a Santa Casa atende pacientes encaminhados por municípios de toda a região.
Os R$ 8 milhões são recursos já destinados à expansão, mas a obra ainda não está concluída. Por isso, o valor é apresentado como investimento viabilizado pela participação institucional da Assembleia, e não como uma estrutura já entregue.
A experiência também está relacionada a uma das propostas apresentadas por Curi para o Senado: ampliar e dar maior previsibilidade ao financiamento federal do SUS e priorizar recursos para hospitais de referência que atendem pacientes de diversos municípios.
Umuarama: recursos para obras e Contorno Oeste
Outro polo regional com investimentos relacionados diretamente à atuação de Curi é Umuarama.
A própria Prefeitura registra que a articulação do parlamentar resultou em mais de R$ 15 milhões em obras diretamente destinadas à cidade somente em 2025.
Além desses investimentos, a administração municipal atribui à atuação de Curi participação na viabilização de R$ 30 milhões para o Contorno Oeste, ligação entre as PRs 489 e 323 considerada estratégica para melhorar a mobilidade e retirar parte do tráfego pesado da área urbana.
Os valores são tratados separadamente quando não há correspondência que permita somá-los à carteira dos R$ 554,3 milhões sem risco de dupla contabilização.
A atuação institucional da Assembleia também chegou à educação. Como presidente do Legislativo, Curi participou da destinação de recursos economizados pela Casa para a construção de novas creches no município.
Investimentos chegam também às pequenas cidades
Se os polos concentram projetos de maior alcance regional, é nas pequenas cidades que aparece outra característica da atuação de Curi.
Em Icaraíma, por exemplo, a Prefeitura registra a entrega de um caminhão-pipa adquirido com R$ 322 mil, atribuindo ao deputado papel na liberação do recurso. O equipamento passou a ser utilizado no combate a queimadas e outros sinistros e também nos serviços municipais.
No município também há registros de recursos destinados a pavimentação, equipamentos e outras estruturas.
Em Perobal, foi concluída a pavimentação da ligação entre a cidade, a Vila Rural Nova Jerusalém e o distrito de Saltinho do Oeste. Foram 5,6 quilômetros executados em duas etapas. Curi participou da inauguração da obra. Como a documentação pública consultada não individualiza quanto do investimento foi obtido diretamente por sua atuação, a obra não é apresentada como emenda pessoal do parlamentar.
Esse critério também é utilizado nos demais municípios: uma obra pode integrar o histórico regional sem que sua autoria financeira seja atribuída individualmente ao deputado quando a documentação não permite fazer essa afirmação.
Habitação soma R$ 117 milhões em projetos
A habitação é o segundo maior bloco da carteira do Noroeste.
O levantamento registra R$ 117,1 milhões em projetos habitacionais, distribuídos por municípios de diferentes portes.
São empreendimentos em diversas etapas — preparação, contratação, construção e liberação — e, por isso, o valor é apresentado como carteira de projetos, e não como moradias já concluídas.
A mesma regra vale para todo o levantamento regional: investimento registrado ou liberado não é automaticamente contabilizado como obra entregue.
“Meu trabalho sempre foi estar perto dos municípios e ajudar a transformar as demandas de cada região em investimentos. O Noroeste mostra bem isso: tem grandes cidades, que precisam de obras estruturantes e serviços regionais, mas também tem dezenas de municípios pequenos, onde uma estrada, uma máquina ou uma obra de pavimentação faz uma diferença enorme. É essa presença que procurei ter ao longo dos meus mandatos”, afirma Curi.
Curi vai fazer: cobrar as duplicações da PR-323 e da BR-376
Para o Noroeste, uma das principais propostas de Curi para o Senado está ligada às novas concessões rodoviárias.
O Lote 4 prevê 114,62 quilômetros de nova duplicação da PR-323 entre Doutor Camargo e Umuarama, conectando trechos que já são duplicados.
As obras atravessam um dos principais corredores econômicos do Noroeste e incluem intervenções em municípios como Doutor Camargo, Jussara, Cianorte, Tapejara, Cruzeiro do Oeste e Umuarama.
Além da duplicação, estão previstos novos viadutos, pontes, marginais, ciclovias, passarelas e outras estruturas.
Maringá também está diretamente inserida no novo sistema de concessões, que prevê intervenções no corredor da PR-323 e um novo contorno na cidade.
Na região de Paranavaí, o mesmo lote contempla a duplicação da BR-376 entre Paranavaí e Nova Londrina, além dos contornos de Nova Londrina e Itaúna do Sul.
O plano de mandato de Curi estabelece que, no Senado, a proposta é acompanhar os contratos junto à ANTT e ao Ministério dos Transportes, cobrando o cumprimento dos cronogramas e dos investimentos previstos.
Com grande parte das principais rodovias federais e estaduais do Paraná incorporada aos novos contratos, a atuação do representante federal passa também pela fiscalização das concessionárias e dos compromissos assumidos nos leilões.
Nova ponte com Mato Grosso do Sul
Outra proposta do plano de mandato tem endereço específico no extremo Noroeste.
Curi propõe trabalhar pela construção de uma nova ponte entre Porto São José, em São Pedro do Paraná, e Taquarussu, no Mato Grosso do Sul.
A ligação criaria uma nova alternativa de travessia do Rio Paraná e de integração com o Centro-Oeste, com impacto potencial sobre o transporte de pessoas e o escoamento da produção.
A proposta integra a agenda de infraestrutura e logística apresentada para o Senado, juntamente com o acompanhamento da Nova Ferroeste, das concessões rodoviárias e dos acessos aos municípios produtores.
Agro: seguro rural, crédito e armazenagem
O peso da agropecuária e das cooperativas na economia do Noroeste também aparece nas propostas para Brasília.
Uma delas é dar maior previsibilidade ao seguro rural, evitando que produtores contratem suas safras sem saber quanto haverá de recursos federais disponíveis para a subvenção.
O plano também prevê defender maior acesso de pequenos e médios produtores e cooperados ao crédito, além de linhas de financiamento para armazenagem e agroindustrialização próxima às áreas produtoras.
A proposta é aumentar a capacidade de armazenamento e incentivar que uma parcela maior da produção seja processada nas próprias regiões, agregando valor antes de seguir para outros mercados.
Na implementação da reforma tributária, Curi também propõe acompanhar as regras que atingem o cooperativismo, produtores rurais e agroindústrias paranaenses.
Mais recursos para as cidades
Outro eixo com impacto direto sobre o Noroeste é a discussão da distribuição dos recursos federais.
Curi incluiu no plano de mandato o apoio à PEC 231/2019, que discute novos fundos constitucionais de financiamento para Sul e Sudeste e alterações nos repasses ao Fundo de Participação dos Municípios.
A proposta já avançou na Câmara dos Deputados, onde a comissão especial aprovou em julho de 2026 parecer favorável à PEC e às propostas apensadas.
Para os pequenos municípios, o plano prevê ainda apoio técnico para elaboração de projetos, captação de recursos, licitações e prestação de contas, além do fortalecimento de consórcios intermunicipais em áreas como saúde, saneamento, resíduos sólidos e infraestrutura.
A ideia apresentada por Curi é utilizar no Senado a experiência de acompanhamento das demandas municipais acumulada ao longo dos mandatos estaduais, mantendo interlocução com prefeituras, entidades e lideranças regionais para buscar recursos e acompanhar a execução dos projetos em Brasília.
“Quero fazer em Brasília o mesmo trabalho que fiz no Paraná: conhecer as demandas, acompanhar os projetos e cobrar para que o recurso chegue onde precisa chegar. No Noroeste, isso significa fiscalizar as duplicações da PR-323 e da BR-376, trabalhar pela nova ponte com Mato Grosso do Sul, defender o produtor e as cooperativas e ajudar os municípios a buscar mais recursos federais. O senador representa o Estado, e o Paraná precisa dessa presença em Brasília”, diz Curi.
A infraestrutura concentra a maior parcela. São R$ 265,9 milhões em infraestrutura urbana e R$ 43,1 milhões em infraestrutura rodoviária e rural, quase R$ 309 milhões. A habitação aparece em seguida, com R$ 117,1 milhões em projetos.
Nos polos regionais, a atuação inclui a destinação de R$ 8 milhões das economias da Assembleia Legislativa para a expansão da Santa Casa de Maringá e investimentos em Umuarama, onde a Prefeitura atribui à articulação de Curi mais de R$ 15 milhões em obras destinadas ao município em 2025, além dos R$ 30 milhões destinados ao Contorno Oeste.
Os investimentos estão em diferentes etapas. Dos R$ 554,3 milhões registrados na carteira regional, R$ 114,2 milhões constam como executados, enquanto R$ 440,1 milhões aparecem em diferentes fases de liberação, contratação e execução.
Infraestrutura lidera investimentos na região
A concentração dos investimentos em infraestrutura acompanha uma das principais demandas do Noroeste: melhorar as cidades e, ao mesmo tempo, criar condições para o escoamento da produção.
Somadas, infraestrutura urbana e rodoviária representam mais da metade de todo o volume registrado na região.
A carteira inclui pavimentação e recape urbano, estradas rurais, acessos, equipamentos rodoviários, iluminação pública e outras intervenções municipais.
Entre os municípios com volumes relevantes de investimentos registrados estão Umuarama, Maria Helena, Pérola, Perobal, São Jorge do Patrocínio, Nova Olímpia, Cafezal do Sul e Itaguajé, além de investimentos distribuídos por dezenas de cidades menores.
É justamente essa presença municipal que Curi pretende reproduzir em uma eventual atuação no Senado: usar a representação do Paraná em Brasília para acompanhar projetos, buscar recursos e aproximar prefeituras dos ministérios e órgãos federais.
Maringá: R$ 8 milhões para ampliar a Santa Casa
Em Maringá, uma das principais ações está na saúde regional.
A Assembleia Legislativa destinou R$ 8 milhões de suas economias para a expansão da Santa Casa, dentro de um investimento total de R$ 28 milhões.
O projeto prevê uma nova torre de oito pavimentos, ampliação da estrutura de urgência e emergência para adultos e crianças e aumento da capacidade de hemodiálise, de 45 para 74 cadeiras.
O investimento tem alcance regional porque a Santa Casa atende pacientes encaminhados por municípios de toda a região.
Os R$ 8 milhões são recursos já destinados à expansão, mas a obra ainda não está concluída. Por isso, o valor é apresentado como investimento viabilizado pela participação institucional da Assembleia, e não como uma estrutura já entregue.
A experiência também está relacionada a uma das propostas apresentadas por Curi para o Senado: ampliar e dar maior previsibilidade ao financiamento federal do SUS e priorizar recursos para hospitais de referência que atendem pacientes de diversos municípios.
Umuarama: recursos para obras e Contorno Oeste
Outro polo regional com investimentos relacionados diretamente à atuação de Curi é Umuarama.
A própria Prefeitura registra que a articulação do parlamentar resultou em mais de R$ 15 milhões em obras diretamente destinadas à cidade somente em 2025.
Além desses investimentos, a administração municipal atribui à atuação de Curi participação na viabilização de R$ 30 milhões para o Contorno Oeste, ligação entre as PRs 489 e 323 considerada estratégica para melhorar a mobilidade e retirar parte do tráfego pesado da área urbana.
Os valores são tratados separadamente quando não há correspondência que permita somá-los à carteira dos R$ 554,3 milhões sem risco de dupla contabilização.
A atuação institucional da Assembleia também chegou à educação. Como presidente do Legislativo, Curi participou da destinação de recursos economizados pela Casa para a construção de novas creches no município.
Investimentos chegam também às pequenas cidades
Se os polos concentram projetos de maior alcance regional, é nas pequenas cidades que aparece outra característica da atuação de Curi.
Em Icaraíma, por exemplo, a Prefeitura registra a entrega de um caminhão-pipa adquirido com R$ 322 mil, atribuindo ao deputado papel na liberação do recurso. O equipamento passou a ser utilizado no combate a queimadas e outros sinistros e também nos serviços municipais.
No município também há registros de recursos destinados a pavimentação, equipamentos e outras estruturas.
Em Perobal, foi concluída a pavimentação da ligação entre a cidade, a Vila Rural Nova Jerusalém e o distrito de Saltinho do Oeste. Foram 5,6 quilômetros executados em duas etapas. Curi participou da inauguração da obra. Como a documentação pública consultada não individualiza quanto do investimento foi obtido diretamente por sua atuação, a obra não é apresentada como emenda pessoal do parlamentar.
Esse critério também é utilizado nos demais municípios: uma obra pode integrar o histórico regional sem que sua autoria financeira seja atribuída individualmente ao deputado quando a documentação não permite fazer essa afirmação.
Habitação soma R$ 117 milhões em projetos
A habitação é o segundo maior bloco da carteira do Noroeste.
O levantamento registra R$ 117,1 milhões em projetos habitacionais, distribuídos por municípios de diferentes portes.
São empreendimentos em diversas etapas — preparação, contratação, construção e liberação — e, por isso, o valor é apresentado como carteira de projetos, e não como moradias já concluídas.
A mesma regra vale para todo o levantamento regional: investimento registrado ou liberado não é automaticamente contabilizado como obra entregue.
“Meu trabalho sempre foi estar perto dos municípios e ajudar a transformar as demandas de cada região em investimentos. O Noroeste mostra bem isso: tem grandes cidades, que precisam de obras estruturantes e serviços regionais, mas também tem dezenas de municípios pequenos, onde uma estrada, uma máquina ou uma obra de pavimentação faz uma diferença enorme. É essa presença que procurei ter ao longo dos meus mandatos”, afirma Curi.
Curi vai fazer: cobrar as duplicações da PR-323 e da BR-376
Para o Noroeste, uma das principais propostas de Curi para o Senado está ligada às novas concessões rodoviárias.
O Lote 4 prevê 114,62 quilômetros de nova duplicação da PR-323 entre Doutor Camargo e Umuarama, conectando trechos que já são duplicados.
As obras atravessam um dos principais corredores econômicos do Noroeste e incluem intervenções em municípios como Doutor Camargo, Jussara, Cianorte, Tapejara, Cruzeiro do Oeste e Umuarama.
Além da duplicação, estão previstos novos viadutos, pontes, marginais, ciclovias, passarelas e outras estruturas.
Maringá também está diretamente inserida no novo sistema de concessões, que prevê intervenções no corredor da PR-323 e um novo contorno na cidade.
Na região de Paranavaí, o mesmo lote contempla a duplicação da BR-376 entre Paranavaí e Nova Londrina, além dos contornos de Nova Londrina e Itaúna do Sul.
O plano de mandato de Curi estabelece que, no Senado, a proposta é acompanhar os contratos junto à ANTT e ao Ministério dos Transportes, cobrando o cumprimento dos cronogramas e dos investimentos previstos.
Com grande parte das principais rodovias federais e estaduais do Paraná incorporada aos novos contratos, a atuação do representante federal passa também pela fiscalização das concessionárias e dos compromissos assumidos nos leilões.
Nova ponte com Mato Grosso do Sul
Outra proposta do plano de mandato tem endereço específico no extremo Noroeste.
Curi propõe trabalhar pela construção de uma nova ponte entre Porto São José, em São Pedro do Paraná, e Taquarussu, no Mato Grosso do Sul.
A ligação criaria uma nova alternativa de travessia do Rio Paraná e de integração com o Centro-Oeste, com impacto potencial sobre o transporte de pessoas e o escoamento da produção.
A proposta integra a agenda de infraestrutura e logística apresentada para o Senado, juntamente com o acompanhamento da Nova Ferroeste, das concessões rodoviárias e dos acessos aos municípios produtores.
Agro: seguro rural, crédito e armazenagem
O peso da agropecuária e das cooperativas na economia do Noroeste também aparece nas propostas para Brasília.
Uma delas é dar maior previsibilidade ao seguro rural, evitando que produtores contratem suas safras sem saber quanto haverá de recursos federais disponíveis para a subvenção.
O plano também prevê defender maior acesso de pequenos e médios produtores e cooperados ao crédito, além de linhas de financiamento para armazenagem e agroindustrialização próxima às áreas produtoras.
A proposta é aumentar a capacidade de armazenamento e incentivar que uma parcela maior da produção seja processada nas próprias regiões, agregando valor antes de seguir para outros mercados.
Na implementação da reforma tributária, Curi também propõe acompanhar as regras que atingem o cooperativismo, produtores rurais e agroindústrias paranaenses.
Mais recursos para as cidades
Outro eixo com impacto direto sobre o Noroeste é a discussão da distribuição dos recursos federais.
Curi incluiu no plano de mandato o apoio à PEC 231/2019, que discute novos fundos constitucionais de financiamento para Sul e Sudeste e alterações nos repasses ao Fundo de Participação dos Municípios.
A proposta já avançou na Câmara dos Deputados, onde a comissão especial aprovou em julho de 2026 parecer favorável à PEC e às propostas apensadas.
Para os pequenos municípios, o plano prevê ainda apoio técnico para elaboração de projetos, captação de recursos, licitações e prestação de contas, além do fortalecimento de consórcios intermunicipais em áreas como saúde, saneamento, resíduos sólidos e infraestrutura.
A ideia apresentada por Curi é utilizar no Senado a experiência de acompanhamento das demandas municipais acumulada ao longo dos mandatos estaduais, mantendo interlocução com prefeituras, entidades e lideranças regionais para buscar recursos e acompanhar a execução dos projetos em Brasília.
“Quero fazer em Brasília o mesmo trabalho que fiz no Paraná: conhecer as demandas, acompanhar os projetos e cobrar para que o recurso chegue onde precisa chegar. No Noroeste, isso significa fiscalizar as duplicações da PR-323 e da BR-376, trabalhar pela nova ponte com Mato Grosso do Sul, defender o produtor e as cooperativas e ajudar os municípios a buscar mais recursos federais. O senador representa o Estado, e o Paraná precisa dessa presença em Brasília”, diz Curi.
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