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Candidato ao Senado quer aproximar universidades, empresas, startups e cooperativas para fazer conhecimento produzido no Estado chegar ao mercado e gerar novas oportunidades
O Paraná tem universidades que produzem conhecimento, empresas que precisam inovar e um ecossistema de startups em expansão. Para Alexandre Curi, candidato ao Senado pelo Republicanos, aproximar esses três mundos pode transformar pesquisas desenvolvidas dentro das universidades em novos produtos, empresas, empregos e renda para os paranaenses.
A proposta segue uma das linhas defendidas por Curi para o desenvolvimento do Estado: aproveitar vocações que o Paraná já possui e usar tecnologia e inovação para agregar valor à produção.
O modelo ganha força especialmente em um Estado que possui sete universidades estaduais. Para 2026, o orçamento previsto para ciência e tecnologia no Paraná chegou a R$ 4,65 bilhões, dos quais R$ 3,8 bilhões foram destinados ao custeio e investimentos nas universidades estaduais.
Para Curi, o próximo passo é fazer com que cada vez mais conhecimento produzido nessas instituições atravesse os muros das universidades e encontre aplicação na economia. “O Paraná tem universidades de excelência, pesquisadores preparados, cooperativas fortes, empresas e jovens com boas ideias. Precisamos aproximar esses setores para transformar conhecimento em oportunidade, emprego e renda aqui no nosso Estado”, afirma Curi.
Da pesquisa para o mercado
Essa aproximação já começa a acontecer no Paraná. A Agência de Desenvolvimento Regional Sustentável (Ageuni), por exemplo, foi estruturada justamente para integrar universidade, empresas, governo e sociedade. O programa permite projetos de pesquisa e desenvolvimento envolvendo empresas, cooperativas, startups, municípios e instituições científicas, articulados pelas universidades estaduais.
Outro exemplo é o Programa Centelha III, que em 2026 abriu chamada com R$ 4,6 milhões para estimular a criação de empresas de base tecnológica e transformar ideias inovadoras em negócios.
Em junho, o Paraná também lançou uma iniciativa inédita no país: uma cooperativa científica criada para reunir pesquisadores, empresários e especialistas e transformar pesquisas acadêmicas em produtos, serviços e novos negócios, inicialmente com foco na bioeconomia.
Para Curi, experiências como essas mostram que existe espaço para avançar ainda mais. “Uma boa pesquisa não pode terminar numa prateleira. Se ela pode melhorar a produção de uma cooperativa, resolver um problema de uma empresa ou dar origem a uma startup, precisamos criar caminhos para que isso aconteça”, defende.
Inovação também pode significar primeiro emprego
A proposta também se conecta diretamente aos jovens. Quando uma tecnologia desenvolvida dentro de uma universidade chega ao mercado, abre espaço para pesquisadores, programadores, engenheiros, técnicos, profissionais da saúde, do agronegócio, da biotecnologia e de diversas outras áreas.
É uma forma de criar oportunidades para que jovens qualificados possam construir a carreira no próprio Paraná, sem precisar deixar suas cidades ou o Estado em busca de empregos ligados à tecnologia e à inovação.
O Paraná já possui mecanismos para estimular essa transformação. O Programa de Propriedade Intelectual com Foco no Mercado (Prime), por exemplo, aproxima tecnologias desenvolvidas no ambiente acadêmico de empresas interessadas em levá-las ao mercado.
O Estado também regulamentou neste ano o Sistema Paranaense de Inovação, criado para integrar poder público, universidades, setor produtivo e demais atores envolvidos em ciência, tecnologia e empreendedorismo.
Uma ponte entre universidade e quem produz
Curi defende que o Governo Federal participe mais desse processo, ampliando recursos para pesquisa aplicada, inovação, parques tecnológicos, incubadoras e projetos desenvolvidos em parceria com o setor produtivo.
A ideia é fortalecer uma rede em que universidades desenvolvam conhecimento, startups transformem soluções em negócios e empresas e cooperativas ajudem essas tecnologias a ganhar escala.
No agronegócio, por exemplo, essa aproximação pode resultar em novas tecnologias para agricultura de precisão, biotecnologia, genética, inteligência artificial, automação e processamento de alimentos.
Na indústria, pode significar novos materiais, processos produtivos mais eficientes e automação. Na saúde, pesquisas podem se transformar em equipamentos, medicamentos, sistemas e novas formas de atendimento. “Nós temos inteligência dentro das universidades e temos um setor produtivo muito forte. O que precisamos é construir mais pontes entre quem pesquisa, quem empreende e quem produz”, afirma Curi.
Conhecimento produzido aqui, oportunidade criada aqui
A proposta se encaixa na defesa de Curi de que o Paraná utilize sua força econômica para avançar também em setores de maior valor agregado.
Em vez de apenas produzir matérias-primas ou consumir tecnologias desenvolvidas em outros lugares, a ideia é criar condições para que soluções nascidas dentro do próprio Estado possam chegar ao mercado.
Para Curi, esse movimento também ajuda a manter jovens talentos no Paraná. “Quando uma ideia criada por um jovem dentro de uma universidade vira uma empresa, uma patente ou uma tecnologia utilizada pelo setor produtivo, todo mundo ganha. Ganha o pesquisador, ganha a empresa e ganha o Paraná, porque aquele conhecimento passa a gerar emprego e renda aqui”, conclui.
A proposta segue uma das linhas defendidas por Curi para o desenvolvimento do Estado: aproveitar vocações que o Paraná já possui e usar tecnologia e inovação para agregar valor à produção.
O modelo ganha força especialmente em um Estado que possui sete universidades estaduais. Para 2026, o orçamento previsto para ciência e tecnologia no Paraná chegou a R$ 4,65 bilhões, dos quais R$ 3,8 bilhões foram destinados ao custeio e investimentos nas universidades estaduais.
Para Curi, o próximo passo é fazer com que cada vez mais conhecimento produzido nessas instituições atravesse os muros das universidades e encontre aplicação na economia. “O Paraná tem universidades de excelência, pesquisadores preparados, cooperativas fortes, empresas e jovens com boas ideias. Precisamos aproximar esses setores para transformar conhecimento em oportunidade, emprego e renda aqui no nosso Estado”, afirma Curi.
Da pesquisa para o mercado
Essa aproximação já começa a acontecer no Paraná. A Agência de Desenvolvimento Regional Sustentável (Ageuni), por exemplo, foi estruturada justamente para integrar universidade, empresas, governo e sociedade. O programa permite projetos de pesquisa e desenvolvimento envolvendo empresas, cooperativas, startups, municípios e instituições científicas, articulados pelas universidades estaduais.
Outro exemplo é o Programa Centelha III, que em 2026 abriu chamada com R$ 4,6 milhões para estimular a criação de empresas de base tecnológica e transformar ideias inovadoras em negócios.
Em junho, o Paraná também lançou uma iniciativa inédita no país: uma cooperativa científica criada para reunir pesquisadores, empresários e especialistas e transformar pesquisas acadêmicas em produtos, serviços e novos negócios, inicialmente com foco na bioeconomia.
Para Curi, experiências como essas mostram que existe espaço para avançar ainda mais. “Uma boa pesquisa não pode terminar numa prateleira. Se ela pode melhorar a produção de uma cooperativa, resolver um problema de uma empresa ou dar origem a uma startup, precisamos criar caminhos para que isso aconteça”, defende.
Inovação também pode significar primeiro emprego
A proposta também se conecta diretamente aos jovens. Quando uma tecnologia desenvolvida dentro de uma universidade chega ao mercado, abre espaço para pesquisadores, programadores, engenheiros, técnicos, profissionais da saúde, do agronegócio, da biotecnologia e de diversas outras áreas.
É uma forma de criar oportunidades para que jovens qualificados possam construir a carreira no próprio Paraná, sem precisar deixar suas cidades ou o Estado em busca de empregos ligados à tecnologia e à inovação.
O Paraná já possui mecanismos para estimular essa transformação. O Programa de Propriedade Intelectual com Foco no Mercado (Prime), por exemplo, aproxima tecnologias desenvolvidas no ambiente acadêmico de empresas interessadas em levá-las ao mercado.
O Estado também regulamentou neste ano o Sistema Paranaense de Inovação, criado para integrar poder público, universidades, setor produtivo e demais atores envolvidos em ciência, tecnologia e empreendedorismo.
Uma ponte entre universidade e quem produz
Curi defende que o Governo Federal participe mais desse processo, ampliando recursos para pesquisa aplicada, inovação, parques tecnológicos, incubadoras e projetos desenvolvidos em parceria com o setor produtivo.
A ideia é fortalecer uma rede em que universidades desenvolvam conhecimento, startups transformem soluções em negócios e empresas e cooperativas ajudem essas tecnologias a ganhar escala.
No agronegócio, por exemplo, essa aproximação pode resultar em novas tecnologias para agricultura de precisão, biotecnologia, genética, inteligência artificial, automação e processamento de alimentos.
Na indústria, pode significar novos materiais, processos produtivos mais eficientes e automação. Na saúde, pesquisas podem se transformar em equipamentos, medicamentos, sistemas e novas formas de atendimento. “Nós temos inteligência dentro das universidades e temos um setor produtivo muito forte. O que precisamos é construir mais pontes entre quem pesquisa, quem empreende e quem produz”, afirma Curi.
Conhecimento produzido aqui, oportunidade criada aqui
A proposta se encaixa na defesa de Curi de que o Paraná utilize sua força econômica para avançar também em setores de maior valor agregado.
Em vez de apenas produzir matérias-primas ou consumir tecnologias desenvolvidas em outros lugares, a ideia é criar condições para que soluções nascidas dentro do próprio Estado possam chegar ao mercado.
Para Curi, esse movimento também ajuda a manter jovens talentos no Paraná. “Quando uma ideia criada por um jovem dentro de uma universidade vira uma empresa, uma patente ou uma tecnologia utilizada pelo setor produtivo, todo mundo ganha. Ganha o pesquisador, ganha a empresa e ganha o Paraná, porque aquele conhecimento passa a gerar emprego e renda aqui”, conclui.
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