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Candidato participou do programa Boca Maldita, com Miguel Dias, nesta quarta-feira (30), e afirmou que divergências políticas não podem impedir a defesa dos interesses do Estado
O candidato ao Senado Alexandre Curi (Republicanos) participou, na noite desta quarta-feira (30), do programa Boca Maldita, da CATVE, em Cascavel. Em entrevista ao apresentador Miguel Dias, exibida às 19h30, Curi falou sobre a reta final da campanha, infraestrutura, cooperativismo, saúde, reforma tributária e defendeu que o Paraná volte a ter maior protagonismo nas decisões nacionais.
Um dos principais pontos da entrevista foi a defesa de uma atuação baseada no diálogo, inclusive com adversários políticos. Curi afirmou que essa característica diferencia sua trajetória e será levada para Brasília. “O que me difere dos outros candidatos: eu dialogo com quem pensa como eu penso e também dialogo com quem pensa diferente de mim. O bom político é aquele que aceita o contraditório.”
Segundo Curi, essa capacidade será necessária para construir maior articulação política em torno dos interesses do Paraná. “Ninguém faz nada sozinho. Senador tem muita força, governador tem muita força, mas não faz nada sozinho. Não tem essa história de super-herói, salvador da pátria. O que tem é um bom gestor”, afirmou.
“Jamais vou prejudicar o meu Estado por uma divergência política”
Questionado por Miguel Dias sobre como seria sua relação com um eventual governo federal comandado por um presidente de campo político diferente do seu, Curi afirmou que manteria suas posições, mas dialogaria sempre que houvesse interesse do Paraná em jogo. “Eu tenho minhas diferenças, meus posicionamentos políticos completamente contrários”, disse. Em seguida, acrescentou: “Se o presidente da República fizer algo em benefício ao meu Estado, não tenho dúvida que eu vou dialogar. Jamais vou prejudicar o meu Estado, vou deixar de trazer uma obra de infraestrutura, um benefício, um bom programa para o meu Estado por causa de uma divergência política.”
Para Curi, a mesma lógica deve valer na relação com o próximo governador do Paraná, independentemente do resultado eleitoral. “Se o povo entender diferente, no outro dia, claro que respeitando as diferenças políticas, eu vou sentar do lado do próximo governador, seja quem for, para defender o meu Estado”, declarou.
Oeste e cooperativismo no centro do debate
Em entrevista concedida a uma emissora de Cascavel, Curi dedicou parte importante da conversa às demandas do Oeste. Ele citou a Nova Ferroeste, a Malha Sul, a ligação ferroviária com o Porto de Paranaguá e a necessidade de defender o cooperativismo durante a regulamentação da reforma tributária. “O Oeste do Paraná precisa [de coisas] diferentes do Norte Pioneiro e completamente diferentes de Curitiba e Região Metropolitana. Então nós precisamos ter um senador que conheça de perto os municípios do Paraná”, afirmou.
Curi destacou ainda o peso econômico das cooperativas paranaenses e afirmou que a bancada do Estado precisa participar diretamente das discussões tributárias que podem afetar o setor.
“Qual é o estado que tem mais força no cooperativismo? É o Estado do Paraná. Então, o senador do Paraná tem que intervir e mostrar a importância desse cooperativismo”, disse.
Na infraestrutura, voltou a defender investimentos ferroviários para reduzir a dependência do transporte rodoviário. Segundo Curi, o crescimento econômico e industrial do Paraná precisa ser acompanhado pela expansão da infraestrutura logística.
Mais força para o Paraná em Brasília
A recuperação do protagonismo político do Estado foi o fio condutor da entrevista. Curi relacionou sua candidatura à experiência de seis mandatos como deputado estadual, à passagem pela presidência da Assembleia Legislativa e ao conhecimento das diferentes regiões do Paraná. “A minha candidatura representa isso, a volta do protagonismo do Paraná para Brasília”, resumiu.
O candidato também defendeu maior articulação entre os três senadores, o governador e a bancada federal quando estiverem em discussão assuntos estratégicos para o Estado.
Entre os exemplos citados estão ferrovias, reforma tributária, cooperativismo e saúde. Curi voltou a defender a revisão da tabela SUS, argumentando que hospitais filantrópicos e Santas Casas têm participação expressiva no atendimento realizado no Paraná e precisam de maior participação financeira da União.
“Política do diálogo e do resultado”
Na reta final da entrevista, Curi reforçou que pretende manter no Senado uma postura que, segundo ele, marcou sua atuação no Paraná: posições definidas, mas abertura para construir soluções com diferentes forças políticas. “Não faço a política do ódio. Eu faço a política do diálogo, a política de resultado, não a política que gera conflitos”, afirmou. “O meu Estado sempre foi o Paraná. Eu sempre coloquei o Paraná acima de qualquer projeto político.”
Ao encerrar sua participação no Boca Maldita, Curi fez um balanço de sua trajetória e relacionou sua candidatura ao objetivo que repetiu durante a campanha. “Tenho muito orgulho de ter exercido seis mandatos de deputado estadual e ter transformado a Assembleia do Paraná para a mais transparente e mais econômica do Brasil. E agora com esse objetivo de resgatar a força que o Paraná já teve no Senado”, declarou.
Um dos principais pontos da entrevista foi a defesa de uma atuação baseada no diálogo, inclusive com adversários políticos. Curi afirmou que essa característica diferencia sua trajetória e será levada para Brasília. “O que me difere dos outros candidatos: eu dialogo com quem pensa como eu penso e também dialogo com quem pensa diferente de mim. O bom político é aquele que aceita o contraditório.”
Segundo Curi, essa capacidade será necessária para construir maior articulação política em torno dos interesses do Paraná. “Ninguém faz nada sozinho. Senador tem muita força, governador tem muita força, mas não faz nada sozinho. Não tem essa história de super-herói, salvador da pátria. O que tem é um bom gestor”, afirmou.
“Jamais vou prejudicar o meu Estado por uma divergência política”
Questionado por Miguel Dias sobre como seria sua relação com um eventual governo federal comandado por um presidente de campo político diferente do seu, Curi afirmou que manteria suas posições, mas dialogaria sempre que houvesse interesse do Paraná em jogo. “Eu tenho minhas diferenças, meus posicionamentos políticos completamente contrários”, disse. Em seguida, acrescentou: “Se o presidente da República fizer algo em benefício ao meu Estado, não tenho dúvida que eu vou dialogar. Jamais vou prejudicar o meu Estado, vou deixar de trazer uma obra de infraestrutura, um benefício, um bom programa para o meu Estado por causa de uma divergência política.”
Para Curi, a mesma lógica deve valer na relação com o próximo governador do Paraná, independentemente do resultado eleitoral. “Se o povo entender diferente, no outro dia, claro que respeitando as diferenças políticas, eu vou sentar do lado do próximo governador, seja quem for, para defender o meu Estado”, declarou.
Oeste e cooperativismo no centro do debate
Em entrevista concedida a uma emissora de Cascavel, Curi dedicou parte importante da conversa às demandas do Oeste. Ele citou a Nova Ferroeste, a Malha Sul, a ligação ferroviária com o Porto de Paranaguá e a necessidade de defender o cooperativismo durante a regulamentação da reforma tributária. “O Oeste do Paraná precisa [de coisas] diferentes do Norte Pioneiro e completamente diferentes de Curitiba e Região Metropolitana. Então nós precisamos ter um senador que conheça de perto os municípios do Paraná”, afirmou.
Curi destacou ainda o peso econômico das cooperativas paranaenses e afirmou que a bancada do Estado precisa participar diretamente das discussões tributárias que podem afetar o setor.
“Qual é o estado que tem mais força no cooperativismo? É o Estado do Paraná. Então, o senador do Paraná tem que intervir e mostrar a importância desse cooperativismo”, disse.
Na infraestrutura, voltou a defender investimentos ferroviários para reduzir a dependência do transporte rodoviário. Segundo Curi, o crescimento econômico e industrial do Paraná precisa ser acompanhado pela expansão da infraestrutura logística.
Mais força para o Paraná em Brasília
A recuperação do protagonismo político do Estado foi o fio condutor da entrevista. Curi relacionou sua candidatura à experiência de seis mandatos como deputado estadual, à passagem pela presidência da Assembleia Legislativa e ao conhecimento das diferentes regiões do Paraná. “A minha candidatura representa isso, a volta do protagonismo do Paraná para Brasília”, resumiu.
O candidato também defendeu maior articulação entre os três senadores, o governador e a bancada federal quando estiverem em discussão assuntos estratégicos para o Estado.
Entre os exemplos citados estão ferrovias, reforma tributária, cooperativismo e saúde. Curi voltou a defender a revisão da tabela SUS, argumentando que hospitais filantrópicos e Santas Casas têm participação expressiva no atendimento realizado no Paraná e precisam de maior participação financeira da União.
“Política do diálogo e do resultado”
Na reta final da entrevista, Curi reforçou que pretende manter no Senado uma postura que, segundo ele, marcou sua atuação no Paraná: posições definidas, mas abertura para construir soluções com diferentes forças políticas. “Não faço a política do ódio. Eu faço a política do diálogo, a política de resultado, não a política que gera conflitos”, afirmou. “O meu Estado sempre foi o Paraná. Eu sempre coloquei o Paraná acima de qualquer projeto político.”
Ao encerrar sua participação no Boca Maldita, Curi fez um balanço de sua trajetória e relacionou sua candidatura ao objetivo que repetiu durante a campanha. “Tenho muito orgulho de ter exercido seis mandatos de deputado estadual e ter transformado a Assembleia do Paraná para a mais transparente e mais econômica do Brasil. E agora com esse objetivo de resgatar a força que o Paraná já teve no Senado”, declarou.
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