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Documento do Pilar Hospital, que estabelece linha assistencial específica para pacientes com 80 anos ou mais, é reflexo do envelhecimento da população
O avanço da longevidade no Brasil tem exigido mudanças no modelo de assistência hospitalar. Protocolos geriátricos voltados à identificação precoce da fragilidade e à atuação multiprofissional ganham espaço como estratégia para melhorar desfechos clínicos e reduzir complicações durante a internação.
No Pilar Hospital, em Curitiba, a implantação do novo protocolo de atendimento para pacientes com 80 anos ou mais
começou em maio deste ano.
Mariangela Toledo Czornei, diretora assistencial da instituição, conta que a demanda surgiu justamente pelo aumento desse público no hospital. “Sentimos a necessidade de oferecer um cuidado mais individualizado e seguro para os pacientes longevos”, explica. “O objetivo foi estruturar uma assistência mais humanizada, preventiva e focada na recuperação integral desse idoso”, completa.
O protocolo foi desenvolvido pela equipe assistencial e multiprofissional do hospital e estabelece uma linha assistencial específica, com foco na identificação precoce da vulnerabilidade clínico-funcional, atuação integrada das equipes e planejamento seguro da alta hospitalar. A proposta inclui critérios padronizados para avaliação, definição de plano terapêutico, monitoramento de indicadores assistenciais e prevenção de complicações comuns em idosos.
Tratamento integrado
Para isso, reforça a diretora, o olhar é voltado ao paciente como um todo. “Além do tratamento da doença, avaliamos complicações como delirium, quedas, infecções e perda funcional”, enumera. E esse cuidado começa já na admissão no pronto-atendimento ou na internação, assim que o paciente é identificado com 80 anos ou mais.
A partir disso, a equipe multidisciplinar é acionada para construir um plano terapêutico individualizado, garantindo agilidade, segurança e acolhimento desde o primeiro atendimento. “A equipe conta com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos, psicólogos, fonoaudiólogos e assistente social”, explica.
As equipes recebem capacitações contínuas voltadas ao cuidado do paciente idoso, incluindo manejo clínico das principais patologias geriátricas, comunicação humanizada, prevenção de delirium, segurança do paciente e identificação precoce de sinais de agravamento clínico.
O protocolo contempla toda a jornada hospitalar do paciente, desde a triagem inicial até o acompanhamento pós-alta, incluindo definição de metas terapêuticas, avaliações multiprofissionais e orientações para familiares e cuidadores. A proposta também busca reduzir reinternações e ampliar a segurança assistencial durante o período de internação.
Sobre o Pilar Hospital
Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro
Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui 81 unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa
complexidade, em regime de hospital dia, consolidando seu papel na qualidade e acesso à saúde para os paranaenses.
No Pilar Hospital, em Curitiba, a implantação do novo protocolo de atendimento para pacientes com 80 anos ou mais
começou em maio deste ano.
Mariangela Toledo Czornei, diretora assistencial da instituição, conta que a demanda surgiu justamente pelo aumento desse público no hospital. “Sentimos a necessidade de oferecer um cuidado mais individualizado e seguro para os pacientes longevos”, explica. “O objetivo foi estruturar uma assistência mais humanizada, preventiva e focada na recuperação integral desse idoso”, completa.
O protocolo foi desenvolvido pela equipe assistencial e multiprofissional do hospital e estabelece uma linha assistencial específica, com foco na identificação precoce da vulnerabilidade clínico-funcional, atuação integrada das equipes e planejamento seguro da alta hospitalar. A proposta inclui critérios padronizados para avaliação, definição de plano terapêutico, monitoramento de indicadores assistenciais e prevenção de complicações comuns em idosos.
Tratamento integrado
Para isso, reforça a diretora, o olhar é voltado ao paciente como um todo. “Além do tratamento da doença, avaliamos complicações como delirium, quedas, infecções e perda funcional”, enumera. E esse cuidado começa já na admissão no pronto-atendimento ou na internação, assim que o paciente é identificado com 80 anos ou mais.
A partir disso, a equipe multidisciplinar é acionada para construir um plano terapêutico individualizado, garantindo agilidade, segurança e acolhimento desde o primeiro atendimento. “A equipe conta com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos, psicólogos, fonoaudiólogos e assistente social”, explica.
As equipes recebem capacitações contínuas voltadas ao cuidado do paciente idoso, incluindo manejo clínico das principais patologias geriátricas, comunicação humanizada, prevenção de delirium, segurança do paciente e identificação precoce de sinais de agravamento clínico.
O protocolo contempla toda a jornada hospitalar do paciente, desde a triagem inicial até o acompanhamento pós-alta, incluindo definição de metas terapêuticas, avaliações multiprofissionais e orientações para familiares e cuidadores. A proposta também busca reduzir reinternações e ampliar a segurança assistencial durante o período de internação.
Sobre o Pilar Hospital
Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro
Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui 81 unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa
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