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Frio, umidade e variações bruscas de temperatura favorecem crises alérgicas e aumentam a circulação de vírus respiratórios. Especialista explica como diferenciar os quadros e quando procurar atendimento médico
Coriza, espirros, congestão nasal e tosse são sintomas comuns durante o inverno e costumam gerar uma dúvida frequente: trata-se de uma crise alérgica ou de uma infecção respiratória? Em Curitiba, fatores como a grande amplitude térmica, o frio e a umidade contribuem para o aumento das crises de rinite e asma, ao mesmo tempo em que favorecem a circulação de vírus sazonais.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o pico histórico de doenças respiratórias na capital ocorre entre o fim de abril e meados de julho. Dados recentes também apontam que cerca de 21% dos atendimentos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) são motivados por sintomas respiratórios.
Apesar da semelhança entre alguns sinais, existem características que ajudam a diferenciar os quadros. Segundo a alergologista do Pilar Hospital, Caroline Pássaro, as alergias costumam provocar sintomas localizados nas vias respiratórias e nos olhos. “Coceira no nariz, nos olhos e na garganta, espirros em sequência, coriza transparente e congestão nasal são sinais bastante sugestivos de uma crise alérgica. Já as infecções virais geralmente, como a gripe causada por Influenza e outros vírus respiratórios sazonais, vem acompanhada de febre, mal-estar, cansaço e uma tosse mais
persistente”, explica.
Prevenção é fundamental
Independentemente da causa, os sintomas respiratórios podem ser minimizados com
alguns cuidados simples no dia a dia. Para quem convive com rinite, asma ou outras
alergias respiratórias, a prevenção passa principalmente pelo controle do ambiente e
pela manutenção do tratamento prescrito.
“É importante que os cuidados aconteçam de forma contínua. O controle ambiental é
a base do tratamento e pode melhorar muito a qualidade de vida desses pacientes”, afirma Caroline.
Entre as principais recomendações estão a lavagem nasal regular com soro fisiológico,
manter os ambientes arejados e com boa incidência de luz solar, evitar o acúmulo de
poeira e mofo e higienizar roupas, casacos e cobertores que ficaram guardados durante meses antes do primeiro uso no inverno. A médica também orienta trocar roupas de cama com frequência, utilizar pano úmido ou aspirador de pó com filtro em vez de varrer a casa e evitar odores fortes, como incensos, aromatizadores e produtos de limpeza muito perfumados.
“Ácaros e fungos são importantes gatilhos de crises alérgicas respiratórias. Por isso, a limpeza adequada dos ambientes e das roupas de inverno ajuda a reduzir significativamente a exposição a esses agentes”, explica.
Quando procurar atendimento
Embora muitas crises possam ser controladas com acompanhamento médico e medidas preventivas, alguns sintomas exigem atenção. Segundo a especialista, a consulta deve ser buscada quando os quadros respiratórios se tornam frequentes, afetam o sono ou exigem uso constante de medicamentos para alívio dos sintomas.
“Falta de ar importante, chiado intenso no peito, dificuldade para falar frases completas e lábios arroxeados são sinais de alerta que indicam a necessidade de procurar atendimento emergencial imediatamente”, reforça.
Casos leves, com sintomas persistentes de rinite, alergias respiratórias ou necessidade
de investigação médica, podem ser avaliados em consulta ambulatorial com especialistas. Já pacientes que apresentam sinais de alerta devem procurar atendimento de urgência.
Sobre o Pilar Hospital
Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na
integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro
Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo
suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui 81
unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva
e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa complexidade, em regime de hospital dia, consolidando seu papel na qualidade e acesso à saúde para os paranaenses.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o pico histórico de doenças respiratórias na capital ocorre entre o fim de abril e meados de julho. Dados recentes também apontam que cerca de 21% dos atendimentos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) são motivados por sintomas respiratórios.
Apesar da semelhança entre alguns sinais, existem características que ajudam a diferenciar os quadros. Segundo a alergologista do Pilar Hospital, Caroline Pássaro, as alergias costumam provocar sintomas localizados nas vias respiratórias e nos olhos. “Coceira no nariz, nos olhos e na garganta, espirros em sequência, coriza transparente e congestão nasal são sinais bastante sugestivos de uma crise alérgica. Já as infecções virais geralmente, como a gripe causada por Influenza e outros vírus respiratórios sazonais, vem acompanhada de febre, mal-estar, cansaço e uma tosse mais
persistente”, explica.
Prevenção é fundamental
Independentemente da causa, os sintomas respiratórios podem ser minimizados com
alguns cuidados simples no dia a dia. Para quem convive com rinite, asma ou outras
alergias respiratórias, a prevenção passa principalmente pelo controle do ambiente e
pela manutenção do tratamento prescrito.
“É importante que os cuidados aconteçam de forma contínua. O controle ambiental é
a base do tratamento e pode melhorar muito a qualidade de vida desses pacientes”, afirma Caroline.
Entre as principais recomendações estão a lavagem nasal regular com soro fisiológico,
manter os ambientes arejados e com boa incidência de luz solar, evitar o acúmulo de
poeira e mofo e higienizar roupas, casacos e cobertores que ficaram guardados durante meses antes do primeiro uso no inverno. A médica também orienta trocar roupas de cama com frequência, utilizar pano úmido ou aspirador de pó com filtro em vez de varrer a casa e evitar odores fortes, como incensos, aromatizadores e produtos de limpeza muito perfumados.
“Ácaros e fungos são importantes gatilhos de crises alérgicas respiratórias. Por isso, a limpeza adequada dos ambientes e das roupas de inverno ajuda a reduzir significativamente a exposição a esses agentes”, explica.
Quando procurar atendimento
Embora muitas crises possam ser controladas com acompanhamento médico e medidas preventivas, alguns sintomas exigem atenção. Segundo a especialista, a consulta deve ser buscada quando os quadros respiratórios se tornam frequentes, afetam o sono ou exigem uso constante de medicamentos para alívio dos sintomas.
“Falta de ar importante, chiado intenso no peito, dificuldade para falar frases completas e lábios arroxeados são sinais de alerta que indicam a necessidade de procurar atendimento emergencial imediatamente”, reforça.
Casos leves, com sintomas persistentes de rinite, alergias respiratórias ou necessidade
de investigação médica, podem ser avaliados em consulta ambulatorial com especialistas. Já pacientes que apresentam sinais de alerta devem procurar atendimento de urgência.
Sobre o Pilar Hospital
Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na
integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro
Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo
suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui 81
unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva
e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa complexidade, em regime de hospital dia, consolidando seu papel na qualidade e acesso à saúde para os paranaenses.
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https://www.vivercuritibapr.com.br/noticia/852/e-gripe-ou-alergia-saiba-identificar-os-sintomas-respiratorios-mais-comuns-do-inverno-curitibano





