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Estudantes da rede estadual do Paraná que já participaram do Ganhando o Mundo se reuniram nesta segunda-feira (13) com os novos intercambistas que, no ano que vem, vão embarcar para cinco países ao redor do mundo. O encontro, no Teatro Positivo, reuniu cerca de mil alunos de Curitiba e Região Metropolitana para trocar experiências sobre o programa de intercâmbio e contou com a participação do governador Carlos Massa Ratinho Junior.
Criado em 2022 pelo Governo do Estado, o Ganhando o Mundo já levou 4,5 mil estudantes da rede pública paranaense para estudar por um semestre em países de primeiro mundo. E, no ano que vem, mais mil alunos farão o intercâmbio na Austrália, Canadá, Irlanda, Nova Zelândia e Reino Unido.
“É o maior programa de intercâmbio da América do Sul, que leva alunos da rede pública estadual para uma experiência em outros países. É uma oportunidade para esses jovens, que conquistaram essa vaga por mérito porque têm boas notas, boa frequência escolar e dedicação dentro das escolas”, disse Ratinho Junior.
“Além do contato e de poder aprender uma segunda língua, é uma experiência de vida, porque eles conhecem outras culturas e convivem com estudantes de outros países. É um programa que transforma realmente a vida desses jovens”, afirmou.
O Governo do Estado já investiu R$ 503,5 milhões no programa, por meio da Secretaria de Estado da Educação. O programa atende escolas da rede pública de todo o Estado, contemplando estudantes dos 399 municípios paranaenses, sendo que 10% das vagas são destinadas a alunos beneficiados pelo Bolsa Família.
“O Ganhando Mundo representa a transformação real da educação pública na vida dos estudantes. Levar esses alunos a países da América do Norte, Europa e Oceania é algo grandioso, e o Paraná tem feito isso”, afirmou o secretário estadual da Educação, Roni Miranda. Somente neste ano, 2 mil alunos tiveram essa oportunidade, no ano que vem serão outros mil beneficiados para esse intercâmbio que transforma a vida deles”.
Todas as despesas são custeadas pela Seed, incluindo gastos com alimentação, hospedagem, transporte, emissão de vistos e passaportes, passagens aéreas e terrestres, exames médicos, vacinas, seguro-viagem e saúde, matrícula, mensalidade da escola no exterior, material didático, uniforme e documentação escolar. Os alunos, que ficam por um semestre letivo no exterior, também recebem um auxílio de R$ 800 mensais durante o período do intercâmbio.
EXPERIÊNCIAS – O Ganhando o Mundo busca aprimorar o repertório cultural e acadêmico dos alunos da rede estadual, fazendo com que eles tenham experiência de viver a realidade de outros países. Além de ampliar o conhecimento na língua inglesa e incentivar a autonomia dos estudantes, o programa também busca consolidar uma rede de jovens líderes que atuarão nas suas escolas e comunidades.
Esse é o sentimento de Gabriele de Almeida, de 17 anos, do Colégio Estadual Lamenha Pequena, de Almirante Tamandaré, que foi para a Nova Zelândia no ano passado. “Eu estudava em um colégio integral e minha professora de inglês falava sempre do Ganhando o Mundo, incentivava a gente a participar. Em 2024 eu mudei de escola, mas me inscrevi mesmo assim. Eu sempre fui monitora de turma, fazia os exercícios nas plataformas de ensino e tinha boas notas, acho que isso me ajudou”, contou.
“Conhecer uma nova cultura e aprender um novo idioma faz muita diferença. Eu sempre gostei da ideia de ir para fora do Brasil, mas não tinha essa possibilidade. O Ganhando o Mundo abre portas que a gente nem imaginava”, afirmou a estudante. “O intercâmbio me ajudou a saber enfrentar novos desafios, principalmente porque ficamos longe dos nossos pais, e isso me trouxe muita maturidade e uma nova perspectiva. Agora quero muito passar no vestibular para Educação Física, mas também quero tentar o SAT, que é o Enem dos Estados Unidos”.
A mãe de Gabriele, a dona de casa Rosemara de Almeida conta que incentiva sempre a filha a ir atrás dos seus sonhos. “Eu não tinha noção do tanto que ela se esforçava na escola para ter essa oportunidade. Sempre confiei muito nela, a gente sempre foi muito amigas, e eu soube antes dela o resultado da seleção. A gente correu atrás da documentação, eu fiquei muito empolgada para que ela fosse mesmo conhecer o mundo. O sonho dela é o meu e incentivei muito para que ela tivesse essa oportunidade e, quem sabe um dia, também me levar para outros países”.
Daniel Felipe Cardoso Vinhese, de 14 anos, estuda no Colégio Estadual Dom Orione, em Curitiba, e está preparando a mala para embarcar para o intercâmbio no ano que vem. “Cheguei a pular de emoção quando fui selecionado, porque é uma oportunidade muito boa. Minha mãe também ficou muito feliz e está me apoiando muito, ela acreditava em mim porque sempre tive boas notas”, contou.
“Agora estou estudando bastante inglês, para chegar lá falando melhor. A expectativa é que vai dar tudo certo. É uma oportunidade muito boa para a minha vida, que vai me ajudar muito no futuro, porque o inglês é um idioma mundial e em qualquer profissão que eu escolher, vai ser um diferencial”.
Imagens: Lucas Fermin/Seed-PR
“É o maior programa de intercâmbio da América do Sul, que leva alunos da rede pública estadual para uma experiência em outros países. É uma oportunidade para esses jovens, que conquistaram essa vaga por mérito porque têm boas notas, boa frequência escolar e dedicação dentro das escolas”, disse Ratinho Junior.
“Além do contato e de poder aprender uma segunda língua, é uma experiência de vida, porque eles conhecem outras culturas e convivem com estudantes de outros países. É um programa que transforma realmente a vida desses jovens”, afirmou.
O Governo do Estado já investiu R$ 503,5 milhões no programa, por meio da Secretaria de Estado da Educação. O programa atende escolas da rede pública de todo o Estado, contemplando estudantes dos 399 municípios paranaenses, sendo que 10% das vagas são destinadas a alunos beneficiados pelo Bolsa Família.
“O Ganhando Mundo representa a transformação real da educação pública na vida dos estudantes. Levar esses alunos a países da América do Norte, Europa e Oceania é algo grandioso, e o Paraná tem feito isso”, afirmou o secretário estadual da Educação, Roni Miranda. Somente neste ano, 2 mil alunos tiveram essa oportunidade, no ano que vem serão outros mil beneficiados para esse intercâmbio que transforma a vida deles”.
Todas as despesas são custeadas pela Seed, incluindo gastos com alimentação, hospedagem, transporte, emissão de vistos e passaportes, passagens aéreas e terrestres, exames médicos, vacinas, seguro-viagem e saúde, matrícula, mensalidade da escola no exterior, material didático, uniforme e documentação escolar. Os alunos, que ficam por um semestre letivo no exterior, também recebem um auxílio de R$ 800 mensais durante o período do intercâmbio.
EXPERIÊNCIAS – O Ganhando o Mundo busca aprimorar o repertório cultural e acadêmico dos alunos da rede estadual, fazendo com que eles tenham experiência de viver a realidade de outros países. Além de ampliar o conhecimento na língua inglesa e incentivar a autonomia dos estudantes, o programa também busca consolidar uma rede de jovens líderes que atuarão nas suas escolas e comunidades.
Esse é o sentimento de Gabriele de Almeida, de 17 anos, do Colégio Estadual Lamenha Pequena, de Almirante Tamandaré, que foi para a Nova Zelândia no ano passado. “Eu estudava em um colégio integral e minha professora de inglês falava sempre do Ganhando o Mundo, incentivava a gente a participar. Em 2024 eu mudei de escola, mas me inscrevi mesmo assim. Eu sempre fui monitora de turma, fazia os exercícios nas plataformas de ensino e tinha boas notas, acho que isso me ajudou”, contou.
“Conhecer uma nova cultura e aprender um novo idioma faz muita diferença. Eu sempre gostei da ideia de ir para fora do Brasil, mas não tinha essa possibilidade. O Ganhando o Mundo abre portas que a gente nem imaginava”, afirmou a estudante. “O intercâmbio me ajudou a saber enfrentar novos desafios, principalmente porque ficamos longe dos nossos pais, e isso me trouxe muita maturidade e uma nova perspectiva. Agora quero muito passar no vestibular para Educação Física, mas também quero tentar o SAT, que é o Enem dos Estados Unidos”.
A mãe de Gabriele, a dona de casa Rosemara de Almeida conta que incentiva sempre a filha a ir atrás dos seus sonhos. “Eu não tinha noção do tanto que ela se esforçava na escola para ter essa oportunidade. Sempre confiei muito nela, a gente sempre foi muito amigas, e eu soube antes dela o resultado da seleção. A gente correu atrás da documentação, eu fiquei muito empolgada para que ela fosse mesmo conhecer o mundo. O sonho dela é o meu e incentivei muito para que ela tivesse essa oportunidade e, quem sabe um dia, também me levar para outros países”.
Daniel Felipe Cardoso Vinhese, de 14 anos, estuda no Colégio Estadual Dom Orione, em Curitiba, e está preparando a mala para embarcar para o intercâmbio no ano que vem. “Cheguei a pular de emoção quando fui selecionado, porque é uma oportunidade muito boa. Minha mãe também ficou muito feliz e está me apoiando muito, ela acreditava em mim porque sempre tive boas notas”, contou.
“Agora estou estudando bastante inglês, para chegar lá falando melhor. A expectativa é que vai dar tudo certo. É uma oportunidade muito boa para a minha vida, que vai me ajudar muito no futuro, porque o inglês é um idioma mundial e em qualquer profissão que eu escolher, vai ser um diferencial”.
Imagens: Lucas Fermin/Seed-PR
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